<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>COP 15</title>
	<atom:link href="http://cop.ambientebrasil.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://cop.ambientebrasil.com.br</link>
	<description>Ambientebrasil Especial</description>
	<lastBuildDate>Fri, 22 Jan 2010 12:06:14 +0000</lastBuildDate>
	
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>China: negociações climáticas produziram resultados &#8220;positivos&#8221;</title>
		<link>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/21/china-negociacoes-climaticas-produziram-resultados-positivos/</link>
		<comments>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/21/china-negociacoes-climaticas-produziram-resultados-positivos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 12:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cop 15 f</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cop.ambientebrasil.com.br/?p=538</guid>
		<description><![CDATA[China, maior emissor mundial de gases de efeito estufa, elogiou no domingo o resultado de uma histórica conferência climática da ONU, que terminou com um acordo de não obrigatoriedade que solicita que os maiores poluidores façam cortes mais profundos, - mas não exige isso.

As negociações internacionais sobre o clima, que trouxe mais de 110 líderes juntos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>China, maior emissor mundial de gases de efeito estufa, elogiou no domingo o resultado de uma histórica conferência climática da ONU, que terminou com um acordo de não obrigatoriedade que solicita que os maiores poluidores façam cortes mais profundos, - mas não exige isso.</p>
<p><span id="more-538"></span></p>
<p>As negociações internacionais sobre o clima, que trouxe mais de 110 líderes juntos em Copenhague, produziu &#8220;significativos e positivos&#8221;  resultados,  disse o chanceler Yang Jiechi.</p>
<p>Disputas entre países ricos e pobres e entre os maiores poluidores de carbono &#8211; A China e os Estados Unidos &#8211; dominaram a conferência de duas semanas. Dezenas de milhares de manifestantes tomaram as ruas para exigir medidas para esfriar o planeta do superaquecimento.</p>
<p>A reunião terminou sábado, depois de uma maratona de  31-horas de negociação, com delegados aceitando um compromisso negociado pelos Estados Unidos. O chamado Acordo de Copenhague dá bilhões de dólares em ajuda climática às nações pobres, mas não exige que maiores poluidores do mundo façam cortes mais profundos em suas emissões de gases de efeito de estufa.</p>
<p>Yang disse que os resultados positivos da conferência foi de que ele aceite o princípio de &#8220;responsabilidades comuns porém diferenciadas&#8221;, reconhecido pelo Protocolo de Quioto, e fez um passo em frente na promoção de cortes de emissão obrigatórias para os países desenvolvidos e voluntárias ações de mitigação pelos países em desenvolvimento.</p>
<p>&#8220;Países desenvolvidos e em desenvolvimento são muito diferentes em suas responsabilidades históricas de emissões, nos níveis atuais de emissões, e em suas características básicas e nas fases de desenvolvimento nacional&#8221;, disse Yang em um comunicado. &#8220;Portanto, eles devem assumir diferentes responsabilidades e obrigações no combate às mudanças climáticas&#8221;.</p>
<p>Ele disse que a conferência também criou um consenso sobre questões fundamentais como a metas globais de redução em longo prazo, financiamento e apoio tecnológico aos países em desenvolvimento, e de transparência. Ele não entrou em detalhes.</p>
<p>&#8220;A conferência de Copenhague não é um destino, mas um novo começo&#8221;, disse Yang.</p>
<p>Fonte: en.cop15.dk</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/21/china-negociacoes-climaticas-produziram-resultados-positivos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O secretário-geral Ban Ki-Moon: Um começo essencial</title>
		<link>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/21/o-secretario-geral-ban-ki-moon-um-comeco-essencial/</link>
		<comments>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/21/o-secretario-geral-ban-ki-moon-um-comeco-essencial/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 11:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cop 15 f</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cop.ambientebrasil.com.br/?p=535</guid>
		<description><![CDATA[Após a cúpula do clima em Copenhague, no sSábado de manhã acordarem a &#8220;tomar nota&#8221; do Acordo de Copenhague, o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon concluiu que &#8220;finalmente, selou o acordo&#8221;, relata o BBC.

 
Segundo a AP, ele acrescentou que ele estava ciente de que este foi apenas o início de um processo para criar um pacto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após a cúpula do clima em Copenhague, no sSábado de manhã acordarem a &#8220;tomar nota&#8221; do Acordo de Copenhague, o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon concluiu que &#8220;finalmente, selou o acordo&#8221;, relata o BBC.</p>
<p><span id="more-535"></span><br />
 <br />
Segundo a AP, ele acrescentou que ele estava ciente de que este foi apenas o início de um processo para criar um pacto vinculativo para conter as emissões de gases com efeito de estufa, mas salientou que o acordo teria &#8220;um efeito imediato operacional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Pode não ser tudo o que esperávamos, mas essa decisão da Conferência das Partes é um começo essencial &#8230; A importância só será reconhecida quando for transformado em lei internacional &#8230; Temos que transformar isso em um tratado juridicamente vinculativo nos próximos anos &#8220;, disse ele segundo a BBC.</p>
<p>O Secretário Chefe da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, Yvo de Boer,  não foi tão entusiástico.</p>
<p>Em um comunicado de imprensa da UNFCCC, afirmou: &#8220;Temos de ser honestos sobre o que temos. O mundo se afasta de Copenhague com um acordo. No entanto, é claro que a ambição de reduzir as emissões deve aumentar significativamente se quisermos manter o mundo a 2 graus. &#8221;</p>
<p>Porque as promessas listadas por países desenvolvidos e em desenvolvimento podem, de acordo com a ciência, não serem suficientes para manter o aumento da temperatura global abaixo dos 2 graus ou menos, os líderes apelaram para uma revisão do acordo, a ser concluída até 2015.</p>
<p>A revisão deverá incluir uma análise da meta de longo prazo para limitar o aumento da temperatura média global de 1,5 graus.</p>
<p>119 líderes mundiais participaram da cúpula da ONU em Copenhague, a maior reunião de chefes de Estado e de governo na história da ONU. &#8220;A mudança climática é o desafio de liderança permanente do nosso tempo&#8221;, disse Ban Ki-moon. &#8220;Por isso, apelamos aos líderes mundiais que se mantenham envolvidos&#8221;, disse ele.</p>
<p>&#8220;Nós temos agora um pacote para trabalhar e começar uma ação imediata&#8221;, disse Yvo de Boer. &#8220;Entretanto, precisamos ter claro que é uma carta de intenções e não é evidente sobre o que precisa ser feito em termos jurídicos. Portanto, o desafio agora é transformar o que foi acordado politicamente em Copenhague em algo real, mensurável e verificável&#8221;.</p>
<p>O próximo relatório anual da ONU sobre Mudança Climática Conferência terá lugar no final de 2010 na Cidade do México, precedida por uma importante sessão de negociação de duas semanas em Bonn, na Alemanha, agendado para 31 maio &#8211; 11 junho.</p>
<p>Fonte: en.cop15.dk</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/21/o-secretario-geral-ban-ki-moon-um-comeco-essencial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Obama: um acordo vinculativo ainda é a nossa meta</title>
		<link>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/um-acordo-vinculativo-ainda-e-a-nossa-meta/</link>
		<comments>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/um-acordo-vinculativo-ainda-e-a-nossa-meta/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 23:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cop 15 f</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cop.ambientebrasil.com.br/?p=530</guid>
		<description><![CDATA[O resultado mais importante em Copenhague foi, de acordo com o presidente dos Estados Unidos Barack Obama, que as grandes economias emergentes começaram &#8220;pela primeira vez&#8221;  a abrir-se para assumir responsabilidades para limitar o aumento de gases de efeito estufa.

&#8220;Se você olhar para um país como a Índia, eles ainda têm centenas de milhões de pessoas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O resultado mais importante em Copenhague foi, de acordo com o presidente dos Estados Unidos Barack Obama, que as grandes economias emergentes começaram &#8220;pela primeira vez&#8221;  a abrir-se para assumir responsabilidades para limitar o aumento de gases de efeito estufa.</p>
<p><span id="more-530"></span></p>
<p>&#8220;Se você olhar para um país como a Índia, eles ainda têm centenas de milhões de pessoas que não têm sequer energia elétrica, centenas de milhões que vivem em extrema pobreza. Para eles, mesmo que voluntariamente, dizer que eles estarão dispostos a reduzir a sua intensidade de carbono por uma determinada percentagem é um grande passo. Nós os aplaudimos por isso&#8221;, Barack Obama disse em uma entrevista coletiva para correspondentes norte-americanos antes de deixar o local da conferência de Copenhague na noite de sexta-feira.</p>
<p>O Presidente dos Estados Unidos desempenhou um papel fundamental na produção de um chamado Acordo de Copenhague na sexta-feira, juntamente com líderes da China, Brasil, Índia e África do Sul. Segundo alguns relatos, Barack Obama simplesmente caiu uma cúpula em curso entre os quatro outros países.</p>
<p>No entanto, de acordo com o Today, citando um jornal americano em condição de anonimato, Barack Obama foi convidado para se reunir com o premiê chinês Wen Jiabao e &#8220;a única surpresa que tivemos, com toda a sinceridade, era (&#8230;) que naquela sala não foi apenas o chinês ter uma reunião (&#8230;), mas na verdade todos os quatro países que tínhamos tentado marcar reuniões&#8221;.</p>
<p>O Acordo de Copenhague terá um anexo no qual os países irão indicar as suas metas de redução. Estas ações nacionais serão objetos de consultas internacionais, mas as promessas feitas não serão juridicamente vinculativas.</p>
<p>&#8220;<span id="result_box"><span style="BACKGROUND-COLOR: #fff" title="We need more work, more confidence building between emerging economies, the least developed countries and developed countries before another legally binding treaty can be signed,” Barack Obama said at his press conference, stressing that he finds it “necessary ultimately to get” a legally">Precisamos de mais trabalho, de construção de mais confiança entre as economias emergentes, os países menos desenvolvidos e os países desenvolvidos, antes que outro tratado juridicamente vinculativo possa ser assinado &#8220;, Barack Obama, disse na conferência de imprensa, salientando que este se encontra &#8220;em última análise, necessária para obter&#8221; um acordo juridicamente vinculativo.</span></span></p>
<p>&#8220;No entanto, este é um exemplo clássico, se formos esperar para ter apenas isso, não poderíamos fazer qualquer progresso. Na verdade eu acho que pode haver tanta frustração, tanto cinismo, que acabamos de em vez de tomar um passo em frente a dar dois passos para trás. &#8221;</p>
<p>Uma solução para o aquecimento global não virá se somente os países desenvolvidos agirem, o presidente dos Estados Unidos salientou:</p>
<p><span><span style="BACKGROUND-COLOR: #fff" title="We need more work, more confidence building between emerging economies, the least developed countries and developed countries before another legally binding treaty can be signed,” Barack Obama said at his press conference, stressing that he finds it “necessary ultimately to get” a legally">&#8220;&#8230;os países emergentes terão de ter algum tipo de responsabilidades. Não exatamente o mesmo e não no mesmo ritmo. E se pudéssemos também criar um mecanismo de financiamento para ajudar os países mais vulneráveis, como Bangladesh, teríamos que ter uma estrutura que nos permita ser efetivos no futuro. &#8220;</span></span></p>
<p><span><span style="BACKGROUND-COLOR: #fff" title="We need more work, more confidence building between emerging economies, the least developed countries and developed countries before another legally binding treaty can be signed,” Barack Obama said at his press conference, stressing that he finds it “necessary ultimately to get” a legally">Fonte: en.cop15.dk</span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/um-acordo-vinculativo-ainda-e-a-nossa-meta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um acordo de Copenhague é</title>
		<link>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/um-acordo-de-copenhague-e/</link>
		<comments>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/um-acordo-de-copenhague-e/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 23:17:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cop 15 f</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cop.ambientebrasil.com.br/?p=528</guid>
		<description><![CDATA[Um acordo chamado de Acordo de Copenhague, elaborado por um grupo limitado de países na noite de sexta-feira foi formalmente aceito pela Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP15), durante uma sessão de encerramento, na manhã de sábado, relata Reuters.
&#8220;A conferência das partes toma nota do Acordo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um acordo chamado de Acordo de Copenhague, elaborado por um grupo limitado de países na noite de sexta-feira foi formalmente aceito pela Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP15), durante uma sessão de encerramento, na manhã de sábado, relata Reuters.</p>
<p>&#8220;A conferência das partes toma nota do Acordo de Copenhague&#8221;, diz uma decisão definitiva.</p>
<p>O texto continua a ser fortemente debatido, e continua tendo que ser visto quantos países vão assinar o Acordo de Copenhague.</p>
<p>De acordo com o dinamarquês Berlingske diário, o presidente da COP15, o primeiro-ministro dinamarquês Lars Løkke Rasmussen, manifesta a sua satisfação:</p>
<p>&#8220;Estou satisfeito. Temos conseguido um resultado. Agora, as nações terão de assinar, e se o fizerem, eles vão apoiar o que foi acordado (no Acordo de Copenhague). Isso terá efeito imediato. &#8221;</p>
<p>Fonte: en.cop15.dk</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/um-acordo-de-copenhague-e/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>No último esforço, mais luta para acordo climático</title>
		<link>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/no-ultimo-esforco-mais-luta-para-acordo-climatico/</link>
		<comments>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/no-ultimo-esforco-mais-luta-para-acordo-climatico/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 23:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cop 15 f</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cop.ambientebrasil.com.br/?p=526</guid>
		<description><![CDATA[Vários países em desenvolvimento, incluindo a Bolívia, Cuba, Sudão e Venezuela, protestaram amargamente contra o acordo e disse que é inaceitável porque não há metas específicas para reduzir as emissões de carbono. As decisões são tomadas por consenso nas negociações climáticas da ONU.

Depois de não conseguir resolver o impasse durante toda uma sessão da noite, primeiro-ministro dinamarquês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vários países em desenvolvimento, incluindo a Bolívia, Cuba, Sudão e Venezuela, protestaram amargamente contra o acordo e disse que é inaceitável porque não há metas específicas para reduzir as emissões de carbono. As decisões são tomadas por consenso nas negociações climáticas da ONU.</p>
<p><span id="more-526"></span></p>
<p>Depois de não conseguir resolver o impasse durante toda uma sessão da noite, primeiro-ministro dinamarquês Lars Løkke Rasmussen anunciou uma pausa para consultas com os funcionários da ONU.</p>
<p>Obama parece ter recuperado a fala titubeante de sexta-feira, quando ele declarou uma &#8220;ruptura&#8221; com a China, Índia, Brasil e África do Sul. Mas o documento de três páginas acordado enfrentou problemas no plenário, onde alguns delegados constentaram que o documento era não vincultativo e que não estabelecia a meta global para redução das emissões de gases de efeito estufa.</p>
<p>O Delegado do Sudão, Lumumba Di-Aping, disse que condenaria a África por mortes generalizadas por causa do aquecimento global e comparou isso aos nazistas com envio de &#8220;6 milhões de pessoas em fornalhas&#8221; no Holocausto. A União Africana, no entanto, apoiou o acordo e sua declaração foi anunciada por outras delegações.</p>
<p>O Secretário Britânico de Mudanças Climáticas Ed Miliband disse que a ONU enfrenta &#8220;um momento de profunda crise&#8221; se não aprovar o negócio.</p>
<p>O agitado dia diplomático de Obama produziu um documento prometendo 30 bilhões de dólares em ajuda de emergência nos próximos três anos e um objetivo de canalizar 100 bilhões de dólares por ano até 2020 para os países em desenvolvimento, sem garantias.</p>
<p>O resultado emergente foi uma decepção para aqueles que tinham antecipado que o Acordo de Copenhague seria transformado em um tratado juridicamente vinculativo. Em vez disso, prevê mais um ano de negociações e deixa inúmeros detalhes ainda a serem decididos.</p>
<p>Ele inclui um método para verificar as reduções de gases que retêm calor &#8211; uma exigência essencial de Washington, porque a China tem feito resistido aos esforços internacionais para controlar suas ações.</p>
<p>Ela exige que os países industrializados listem os seus objetivos individuais e os países em desenvolvimento uma lista de ações que irão tomar para reduzir o aquecimento global por quantidades específicas. Obama chamou de um &#8220;avanço sem precedentes&#8221;.</p>
<p>Se os países esperaram chegar a um acordo, um tratado obrigatório,  &#8220;então nós não faríamos nenhum progresso&#8221;, disse Obama. Nesse caso, ele disse, &#8220;pode haver tamanha frustração e cinismo que ao invés de tomar um passo a frente, acabaremos levando dois passos para trás.&#8221;</p>
<p>O Primeiro-ministro japonês Yukio Hatoyama afirmou que o acordo representa &#8220;um grande passo em frente&#8221;. A chanceler alemã, Angela Merkel, um dos principais proponentes da forte ação para enfrentar o aquecimento global, deu ao Acordo de Copenhague uma aceitação relutante, mas disse que tinha &#8220;sentimentos confusos&#8221; sobre os resultados e chamou-lhe apenas de um primeiro passo.</p>
<p>Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, disse que o acordo era &#8220;claramente inferior&#8221; ao objetivo da União Europeia.</p>
<p>&#8220;Não vou esconder a minha decepção&#8221;, disse ele.</p>
<p>Mas o primeiro-ministro britânico Gordon Brown foi positivo, dizendo que &#8220;um ano atrás, ninguém pensou que este tipo de acordo era possível.&#8221;</p>
<p>O documento afirma que as emissões de carbono devem ser reduzidas o suficiente para manter o aumento da temperatura média global abaixo dos 2 graus Celsius (3.6 graus Fahrenheit), em comparação aos níveis pré-industriais.</p>
<p>Obama tinha planejado gastar apenas cerca de nove horas, em Copenhague. Mas, como o acordo parecia ao alcance, estendeu sua permanência por mais de seis horas para atender a uma série de reuniões destinadas a intermediação do acordo.</p>
<p>Fonte: en.cop15.dk</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/no-ultimo-esforco-mais-luta-para-acordo-climatico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mesmo sem unanimidade, ONU “toma nota” do Acordo de Copenhague</title>
		<link>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/mesmo-sem-unanimidade-onu-%e2%80%9ctoma-nota%e2%80%9d-do-acordo-de-copenhague/</link>
		<comments>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/mesmo-sem-unanimidade-onu-%e2%80%9ctoma-nota%e2%80%9d-do-acordo-de-copenhague/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 22:45:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cop 15 f</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cop.ambientebrasil.com.br/?p=524</guid>
		<description><![CDATA[Terminou oficialmente neste sábado, 19 de dezembro, a 15a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que teve como principal resultado o “Acordo de Copenhague”, elaborado por um alguns países na noite de sexta-feira e formalmente aceito pela ONU.

Sem aprovação unânime, o acordo terá como anexo uma lista de países contrários a ele. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terminou oficialmente neste sábado, 19 de dezembro, a 15a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que teve como principal resultado o “Acordo de Copenhague”, elaborado por um alguns países na noite de sexta-feira e formalmente aceito pela ONU.</p>
<p><span id="more-524"></span></p>
<p>Sem aprovação unânime, o acordo terá como anexo uma lista de países contrários a ele. A iniciativa de “tomar nota” foi a saída encontrada para que o documento tenha status legal suficiente e seja funcional, sem que seja necessária a aprovação pelas partes.</p>
<p>Segundo o jornal dinamarquês ‘Berlingske”, o presidente COP15, primeiro-ministro dinamarquês Lars Løkke Rasmussen, está satisfeito com desfecho. “Temos conseguido resultados. Agora, as nações terão que assinar o acordo, e se o fizerem, o que foi acordado terá efeito imediato”, destacou.</p>
<p>O otimismo do primeiro-ministro dinarmaquês não é o mesmo de muitos líderes. O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já na tarde da sexta-feira, 18/12, havia anunciado sua frustração com a conferência do clima. “Se a gente não conseguiu fazer até agora esse documento, eu não sei se algum anjo ou algum sábio descerá neste plenário e irá colocar na nossa cabeça a inteligência que nos faltou até agora”, alertou o presidente brasileiro.</p>
<p>Já para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que nos momentos finais chefiou a delegação brasileira, o acordo é insuficiente para que os países, principalmente os mais pobres, tenham condições de agir de forma efetiva.</p>
<p>De acordo com o texto, os países ricos se comprometeram a doar US$ 30 bilhões, nos próximos três anos, para um fundo de luta contra o aquecimento global. O acordo prevê US$ 100 bilhões por ano, em 2020. &#8220;Isso aqui é insuficiente, vamos continuar a luta pelo planeta&#8221;, disse Minc.</p>
<p>O ministro Carlos Minc ressaltou que esse valor que será colocado no fundo até 2012 &#8211; US$ 10 bilhões por ano &#8211; é menos do que o Brasil vai gastar para atingir sua meta voluntária de reduzir em até 39% das emissões de gases de efeitos estudo, até 2020.</p>
<p>Ele explicou que para atingir sua meta, o Brasil vai gastar US$ 16 bilhões por ano. &#8220;Esse valor de US$ 30 bilhões para todos é menos do que o Brasil sozinho vai gastar para cumprir as nossas metas, aprovadas pelo nosso parlamento&#8221;, destacou Minc.</p>
<p>O documento diz ainda que os países desenvolvidos se comprometeram em cortar 80% de suas emissões até 2050. Já para 2020, eles apresentaram uma proposta de reduzir até 20% das emissões, o que está abaixo do recomendado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), que sugere uma redução entre 25% e 40% até 2020.</p>
<p>Para a secretária de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e membro do IPCC, Suzana Kahn, o resultado da COP15 foi decepcionante, uma vez que os chefes de estado discutiram mais a questão econômica das nações ricas e emergentes e se esqueceram daqueles que vão sofrer dramaticamente os efeitos da mudança climáticas.</p>
<p>&#8220;Existem muitos países africanos, por exemplo, que irão sofrer demais com o aumento da temperatura. No entanto, parece que a discussão tomou um viés econômico e político, o que eu acho muito preocupante. A questão climática ultrapassa a fronteira ambiental. É uma questão de desenvolvimento, de justiça, de equidade&#8221;, afirmou Suzana Kahn.</p>
<p>Principais pontos do Acordo de Copenhague:</p>
<p>- O acordo é de caráter não vinculativo, mas uma proposta adjunta ao acordo pede para que seja fixado um acordo legalmente vinculante até o fim do próximo ano.<br />
- Considera o aumento limite de temperatura de dois graus Celsius, porém não especifica qual deve ser o corte de emissões necessário para alcançar essa meta<br />
- Estabelece uma contribuição anual de US$ 10 bilhões entre 2010 e 2012 para que os países mais vulneráveis façam frente aos efeitos da mudança climática, e US$ 100 bilhões anuais a partir de 2020 para a mitigação e adaptação. Parte do dinheiro, US$ 25,2 bilhões, virá de EUA, UE e Japão. Pela proposta apresentada, os EUA vão contribuir com US$ 3,6 bilhões no período de três anos, 2010-12. No mesmo período, o Japão vai contribuir com US$ 11 bilhões e a União Europeia com US$ 10,6 bilhões.<br />
- O texto do acordo também estabelece que os países deverão providenciar &#8220;informações nacionais&#8221; sobre de que forma estão combatendo o aquecimento global, por meio de &#8220;consultas internacionais e análises feitas sob padrões claramente definidos&#8221;.<br />
- O texto diz: &#8220;Os países desenvolvidos deverão promover de maneira adequada (&#8230;) recursos financeiros , tecnologia e capacitação para que se implemente a adaptação dos países em desenvolvimento&#8221;<br />
- Detalhes dos planos de mitigação estão em dois anexos do Acordo de Copenhague, um com os objetivos do mundo desenvolvido e outro com os compromissos voluntários de importantes países em desenvolvimento, como o Brasil.<br />
- O acordo &#8220;reconhece a importância de reduzir as emissões produzidas pelo desmatamento e degradação das florestas&#8221; e concorda promover &#8220;incentivos positivos&#8221; para financiar tais ações com recursos do mundo desenvolvido.<br />
- Mercado de Carbono: &#8220;Decidimos seguir vários enfoques, incluindo as oportunidades de usar is mercados para melhorar a relação custo-rendimento e para promover ações de mitigação.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cop15brazil.gov.br">www.cop15brazil.gov.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/mesmo-sem-unanimidade-onu-%e2%80%9ctoma-nota%e2%80%9d-do-acordo-de-copenhague/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Discurso do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva</title>
		<link>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/discurso-do-presidente-luiz-inacio-lula-da-silva/</link>
		<comments>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/discurso-do-presidente-luiz-inacio-lula-da-silva/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 22:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cop 15 f</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cop.ambientebrasil.com.br/?p=522</guid>
		<description><![CDATA[Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante sessão plenária de debate informal na Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-15)

Copenhague-Dinamarca, 18 de dezembro de 2009
Senhor Presidente,
Senhor Secretário-Geral,
Senhores e senhoras chefes de Estado,
Senhores e senhores chefes de Governo, Amigos e Amigas,
Confesso a todos vocês que estou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante sessão plenária de debate informal na Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-15)</p>
<p><span id="more-522"></span></p>
<p>Copenhague-Dinamarca, 18 de dezembro de 2009</p>
<p>Senhor Presidente,<br />
Senhor Secretário-Geral,<br />
Senhores e senhoras chefes de Estado,<br />
Senhores e senhores chefes de Governo, Amigos e Amigas,</p>
<p>Confesso a todos vocês que estou um pouco frustrado porque há muito tempo discutimos a questão do clima e, cada vez mais, constatamos que o problema é mais grave do que nós possamos imaginar.</p>
<p>Pensando em contribuir para a discussão nesta Conferência, o Brasil teve uma posição muito ousada. Apresentamos as nossas metas até 2020, assumimos um compromisso e aprovamos no Congresso Nacional, transformando em lei que o Brasil, até 2020, reduzirá as emissões de gases de efeito estufa de 36,1% a 38,9%, baseado em algumas coisas que nós consideramos importantes: mudança no sistema da agricultura brasileira; mudança no sistema siderúrgico brasileiro; mudança e aprimoramento da nossa matriz energética, que já é uma das mais limpas do mundo; e assumimos o compromisso de reduzir o desmatamento da Amazônia em 80% até 2020.</p>
<p>E fizemos isso construindo uma engenharia econômica que obrigará um país em desenvolvimento, com muitas dificuldades econômicas, a gastar até 2020 US$ 166 bilhões, o equivalente a US$ 16 bilhões por ano. Não é uma tarefa fácil, mas foi necessário tomar essas medidas para mostrar ao mundo que, com meias palavras e com barganhas, a gente não encontraria uma solução nesta Conferência de Copenhague.</p>
<p>Tive o prazer de participar ontem à noite, até às duas e meia da manhã, de uma reunião que, sinceramente, eu não esperava participar, porque era uma reunião onde tinha muitos chefes de Estado, figuras das mais proeminentes do mundo político e, sinceramente, submeter chefes de Estado a determinadas discussões como nós fizemos antes [ontem], há muito tempo eu não assistia.</p>
<p>Eu, ontem, estava na reunião e me lembrava do meu tempo de dirigente sindical, quando estávamos negociando com os empresários. E por que é que tivemos essas dificuldades? Porque nós não cuidamos antes de trabalhar com a responsabilidade com que era necessário trabalhar. A questão não é apenas dinheiro. Algumas pessoas pensam que apenas o dinheiro resolve o problema. Não resolveu no passado, não resolverá no presente e, muito menos, vai resolver no futuro. O dinheiro é importante e os países pobres precisam de dinheiro para manter o seu desenvolvimento, para preservar o meio ambiente, para cuidar das suas florestas. É verdade. Mas é importante que nós, os países em desenvolvimento e os países ricos, quando pensarmos no dinheiro, não pensemos que estamos fazendo um favor, não pensemos que estamos dando uma esmola, porque o dinheiro que vai ser colocado na mesa é o pagamento pela emissão de gases de efeito estufa feita durante dois séculos por quem teve o privilégio de se industrializar primeiro.</p>
<p>Não é uma barganha de quem tem dinheiro ou quem não tem dinheiro. É um compromisso mais sério, é um compromisso para saber se é verdadeiro ou não o que os cientistas estão dizendo, que o aquecimento global é irreversível. E, portanto, quem tem mais recursos e mais possibilidades precisa garantir a contribuição para proteger os mais necessitados.</p>
<p>Todo mundo se colocou de acordo que precisamos garantir os 2% de aquecimento global até 2050. Até aí, todos estamos de acordo. Todo mundo está consciente de que só é possível construirmos esse acordo se os países assumirem, com muita responsabilidade, as suas metas. E mesmo as metas, que deveriam ser uma coisa mais simples, tem muita gente querendo barganhar as metas. Todos nós poderíamos oferecer um pouco mais se tivéssemos assumido boa vontade nos últimos períodos.</p>
<p>Todos nós sabemos que é preciso, para manter o compromisso das metas e para manter o compromisso do financiamento, a gente, em qualquer documento que for aprovado aqui, a gente tem que manter os princípios adotados no Protocolo de Quioto e os princípios adotados na Convenção-Quadro. Porque é verdade que nós temos responsabilidades comuns, mas é verdade que elas são diferenciadas.</p>
<p>Eu não me esqueço nunca que quando tomei posse, em 2003, o meu compromisso era tentar garantir que cada brasileiro ou brasileira pudesse tomar café de manhã, almoçar e jantar. Para o mundo desenvolvido, isso era coisa do passado. Para a África, para a América Latina e para muitos países asiáticos, ainda é coisa do futuro. E isso está ligado à discussão que estamos fazendo aqui, porque não é discutir apenas a questão do clima. É discutir desenvolvimento e oportunidades para todos os países.</p>
<p>Eu tive conversas com líderes importantes e cheguei à conclusão de que era possível construir uma base política que pudesse explicar ao mundo que nós, presidentes, primeiros-ministros e especialistas, somos muito responsáveis e que iríamos encontrar uma solução. Ainda acredito, porque eu sou excessivamente otimista. Mas é preciso que a gente faça um jogo, não pensando em ganhar ou perder. É verdade que os países que derem dinheiro têm o direito de exigir a transparência, têm direito até de exigir o cumprimento da política que foi financiada. Mas é verdade que nós precisamos tomar muito cuidado com essa intrusão nos países em desenvolvimento e nos países mais pobres. A experiência que nós temos, seja do Fundo Monetário Internacional ou seja do Banco Mundial nos nossos países, não é recomendável que continue a acontecer no século XXI.</p>
<p>O que nós precisamos&#8230; e vou dizer, de público, uma coisa que eu não disse ainda no meu país, não disse à minha bancada e não disse ao meu Congresso: se for necessário fazer um sacrifício a mais, o Brasil está disposto a colocar dinheiro também para ajudar os outros países. Estamos dispostos a participar do financiamento se nós nos colocarmos de acordo numa proposta final, aqui neste encontro. </p>
<p>Agora, o que nós não estamos de acordo é que as figuras mais importantes do planeta Terra assinem qualquer documento, para dizer que nós assinamos documento. Eu adoraria sair daqui com o documento mais perfeito do mundo assinado. Mas se não tivemos condições de fazer até agora – eu não sei, meu querido companheiro Rasmussen, meu companheiro Ban Ki-moon – se a gente não conseguiu fazer até agora esse documento, eu não sei se algum anjo ou algum sábio descerá neste plenário e irá colocar na nossa cabeça a inteligência que nos faltou até a hora de agora. Não sei.</p>
<p>Eu acredito, como eu acredito em Deus, eu acredito em milagre, ele pode acontecer, e quero fazer parte dele. Mas, para que esse milagre aconteça, nós precisamos levar em conta que teve dois grupos trabalhando os documentos aqui, que nós não podemos esquecer. Portanto, o documento é muito importante, dos grupos aqui.</p>
<p>Segundo, que a gente possa fazer um documento político para servir de base de guarda-chuva, também é possível fazer, se a gente entender três coisas: primeiro, Quioto, Convenção-Quadro, MRV, não podem adentrar a soberania dos países – cada país tem que ter a competência de se autofiscalizar – e, ao mesmo tempo, que o dinheiro seja colocado para os países efetivamente mais pobres.</p>
<p>O Brasil não veio barganhar. As nossas metas não precisam de dinheiro externo. Nós iremos fazer com os nossos recursos, mas estamos dispostos a dar um passo a mais se a gente conseguir resolver o problema que vai atender, primeiro, a manutenção do desenvolvimento dos países em desenvolvimento. Nós passamos um século sem crescer, enquanto outros cresciam muito. Agora que nós começamos a crescer, não é justo que voltemos a fazer sacrifício.</p>
<p>No Brasil ainda tem muitos pobres. No Brasil tem muitos pobres, na África tem muitos pobres, na Índia e na China tem muitos pobres. E nós também compreendemos o papel dos países mais ricos. Eles, também, não podem ser aqueles que vão nos salvar. O que nós queremos é apenas, conjuntamente, ricos e pobres, estabelecer um ponto comum que nos permita sair daqui, orgulhosamente, dizendo aos quatro cantos do mundo que nós estamos preocupados em preservar o futuro do planeta Terra sem o sacrifício da sua principal espécie, que são homens, mulheres e crianças que vivem neste mundo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cop15brazil.com.br">www.cop15brazil.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/20/discurso-do-presidente-luiz-inacio-lula-da-silva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>13</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os líderes do mundo nos últimos minutos das conversações climáticas</title>
		<link>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/19/os-lideres-do-mundo-nos-ultimos-minutos-das-conversacoes-climaticas/</link>
		<comments>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/19/os-lideres-do-mundo-nos-ultimos-minutos-das-conversacoes-climaticas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 19:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cop 15 m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cop.ambientebrasil.com.br/?p=512</guid>
		<description><![CDATA[As negociações sobre o clima estavam em forte desacordo nessa sexta-feira, necessitando que o presidente Barack Obama alterasse sua agenda e se reunisse a portas fechadas com 19 outros líderes do mundo para elaborar um acordo de última hora sobre a luta contra o aquecimento global.
Os Delegados anteriormente culparam tanto os EUA e China pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As negociações sobre o clima estavam em forte desacordo nessa sexta-feira, necessitando que o presidente Barack Obama alterasse sua agenda e se reunisse a portas fechadas com 19 outros líderes do mundo para elaborar um acordo de última hora sobre a luta contra o aquecimento global.<br />
<span id="more-512"></span>Os Delegados anteriormente culparam tanto os EUA e China pela falta de um acordo político que Obama, Wen Jiabao e mais de 110 outros líderes do mundo devem assinar em poucas horas.</p>
<p>Mas o presidente francês, Nicolas Sarkozy, que após a reunião programada com Obama e os outros líderes, disse que o progresso nas negociações sobre o clima estava sendo retidos pela China.</p>
<p>O porta-voz de Obama, Robert Gibbs, disse o presidente Americano se reuniu com líderes do mundo, da China e  da Rússia, ambos vistos como participantes-chave nas negociações climáticas, bem como os Chefes de Estado dos países ricos como a Austrália, o Reino Unido, França e Alemanha e países em desenvolvimento como a Etiópia, Bangladesh e na Colômbia.</p>
<p>&#8220;A maioria dos dirigentes ainda estão trabalhando para produzir um acordo significativo a ser adotado,&#8221; disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores japonês, Kazuo Kodama.</p>
<p>A falta de um acordo de líderes causou o não cumprimento do horário previsto para o dia final das duas semanas da conferência climática da ONU, com suas conversas informais atrasaram a abertura da sessão regular.</p>
<p>Amplas disputas continuaram a portas fechadas entre países ricos e em desenvolvimento, segundo os delegados &#8211; o fosso que desde o início tem perseguido a conferência climática da ONU, que visava alcançar acordos para reduções profundas nas emissões de dióxido de carbono e outros gases responsabilizados pelo aquecimento global.</p>
<p>&#8220;Cabe agora aos líderes do mundo decidir&#8221;, disse Andreas Carlgren, ministro do Meio Ambiente sueco, sugerindo que eles seriam pressionados a tomar decisões de última hora.</p>
<p>Carlgren, que negocia em nome dos 27 países da União Européia, culpou ontem o impasse pelos chineses insistirem em &#8220;bloquear de novo e de novo&#8221;, e os EUA por terem vindo tarde demais, com uma oferta melhorada, anunciada quinta-feira pela Secretária de Estado Hillary Rodham Clinton.</p>
<p>Um delegado líder Africano, por sua vez, queixou-se amargamente sobre a proposta. &#8220;É fraco. Não há nada ambiciosos neste texto,&#8221; disse sexta-feira, Lumumba Di-Aping do Sudão, um líder do bloco de nações em desenvolvimento.</p>
<p>&#8220;É uma declaração política, mas não é muito&#8221;, disse o delegado chinês Li Junhua.</p>
<p>&#8220;Seria uma grande decepção. A declaração política que não garante a nossa sobrevivência&#8221;, disse Selwin Hart, um delegado de Barbados falando pela Aliança dos Pequenos Estados Insulares, muitas das quais estão ameaçadas pela elevação dos mares forma o aquecimento global.</p>
<p>Aos líderes do mundo fora entregue o projeto de texto de cerca de três páginas as 3 horas da manhã local, para que os seus ministros e eles continuassem trabalhando nele durante a noite. Mas, as 5 horas, os negociadores do México e do G-77 mais a China disseram que eles não estavam próximos de um acordo sobre o documento final.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/19/os-lideres-do-mundo-nos-ultimos-minutos-das-conversacoes-climaticas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Wish you were here</title>
		<link>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/18/wish-you-were-here/</link>
		<comments>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/18/wish-you-were-here/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 19:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cop 15 m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cop.ambientebrasil.com.br/?p=518</guid>
		<description><![CDATA[Apenas uma minoria de países não estão representados com Chefes de Estado e de Governo na COP 15. A Reuters tem a lista de países que não enviaram os seus líderes.
Um número recorde de 119 líderes de países que representam cerca de 89 por cento da produção econômica do mundo estão reunidos para a conferência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas uma minoria de países não estão representados com Chefes de Estado e de Governo na COP 15. A Reuters tem a lista de países que não enviaram os seus líderes.<br />
<span id="more-518"></span>Um número recorde de 119 líderes de países que representam cerca de 89 por cento da produção econômica do mundo estão reunidos para a conferência da ONU sobre alterações climáticas. Ainda assim, um número de chefes de Estado não veio. Reuters compilou uma lista.</p>
<p>Um grupo de países na lista são produtoras de petróleo. Estes incluem Angola, Azerbaijão, Iraque, Cazaquistão, Líbia, Omã, Catar, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos (Emirados Árabes Unidos).</p>
<p>Outro grupo composto por Estados insulares: Antígua e Barbuda, Barbados, Cabo Verde, Cuba, Fiji, Jamaica, Ilhas Salomão e Tonga. Entretanto, a maioria dessas nações estão representadas em Copenhague pela Aliança dos Pequenos Estados Insulares(AOSIS).<br />
Dez países latino-americanos não estão representados por seus dirigentes: Argentina, Chile, Costa Rica, Equador, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Paraguai, Peru e Uruguai.</p>
<p>Finalmente, por várias razões, os chefes de Estado da Itália, Suíça e Ucrânia não puderam vir &#8211; O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, porque ele está se recuperando de ferimentos após um ataque de um par de dias atrás.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/18/wish-you-were-here/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Plenário inicia sessão</title>
		<link>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/18/plenario-inicia-sessao/</link>
		<comments>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/18/plenario-inicia-sessao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 19:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cop 15 m</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cop.ambientebrasil.com.br/?p=515</guid>
		<description><![CDATA[Quase duas horas de atraso, a sessão plenária prevista para dez horas começou.
Com quase duas horas de atraso, a sessão plenária prevista para dez horas começou.
Primeiro-Ministro dinamarquês Lars Løkke Rasmussen congratulou-se com os líderes do mundo.
&#8220;A hora de agir é agora&#8221;, disse, esperando que 18 de dezembro iria marcar o início de um futuro brilhante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase duas horas de atraso, a sessão plenária prevista para dez horas começou.</p>
<p><span id="more-515"></span>Com quase duas horas de atraso, a sessão plenária prevista para dez horas começou.</p>
<p>Primeiro-Ministro dinamarquês Lars Løkke Rasmussen congratulou-se com os líderes do mundo.</p>
<p>&#8220;A hora de agir é agora&#8221;, disse, esperando que 18 de dezembro iria marcar o início de um futuro brilhante e verde.</p>
<p>O secretário-geral Ban Ki-moon seguidas: &#8220;Conto com a sua liderança e comprometimento. As linhas de acabamento estão à vista, nosso trabalho está dando frutos&#8221;, disse ele.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cop.ambientebrasil.com.br/2009/12/18/plenario-inicia-sessao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

